domingo, 30 de outubro de 2011

Zé Ramalho faz o show do ano em Almenara

Há uma grande expectativa em torno do show do cantor e compositor Zé Ramalho. O evento, sob a tutela de Jackson Martins, em parceria com o Sesc Laces/Almenara, acontece dia 19 de novembro, sábado, ocasião em que fãs do artista provenientes da região e de vários pontos do Brasil marcarão presenças.

egundo o organizador ,a procura por ingressos e mesas é bastante acentuada, projetando assim um expressivo público que deve lotar a quadra do Sesc. A próposito, o reflexo positivo do recente show de Zé Ramalho em Jequitinhonha, considerado de altíssimo nível, deu maior visibilidade ao projeto de Jackson Martins, um dos mais conceituados empresários do ramo artístico e cultural de Minas.

Os ingressos e mesas estão disponíveis no Boticário, e na Sapataria Marinho, em Almenara. Outras informações sobre o evento podem ser obtidas na Secretaria do Sesc Laces/Almenara pelo telefone (33) 3721-1047.

Fonte: Diario de Jequi

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Zé Ramalho e Emicida são os últimos nomes anunciados pelo festival SWU

O SWU (Starts with you) fechou na quarta-feira o Line Up de músicos que movimentam seus quatro palcos musicais, em Paulínia, entre os dias 12 e 14 de novembro, em Paulínia, cidade a aproximadamente 120 quilômetros da Capital paulista. Os últimos dois a serem anunciados, entre as mais de 70 atrações, foram os do rapper Emicida, que sobe no palco Consciência no dia 12, às 15h, e o bardo paraibano Zé Ramalho, dono do pedaço no palco Energia, às 15h do domingo, dia 13. Os dois nomes foram anunciados pela banda Raimundos, incluída na lista por votação dos fãs.

Fonte: PERNAMBUCO.COM
Foto: Rafael Ohana/CB/D.A Press /Arquivo

domingo, 23 de outubro de 2011

Bandas Paraibanas do Passado: "Os Jets" e "Os Demônios"

Tudo começou por volta do ano de 1965, no Colégio Diocesano Pio X, na praça da Independência, em João Pessoa, Paraíba. Recém chegado do Colégio Pio XII, com o propósito de cursar a 3ª Série Ginasial, Roberto Lyra de Brito, logo fez amizades com vários outros alunos, inclusive a garotada da 4ª Série, dentre eles José Ramalho Neto, Alexandre Carneiro e Antonio Vitoriano Freire Filho.

Zé Ramalho e Alexandre Carneiro já participavam ativamente do Grêmio Estudantil do Colégio, tocando violão. O Irmão Eduardo, na época o responsável pelo Grêmio, promovia com muita dedicação e criatividade, a parte cultural das datas comemorativas e sempre que organizava as programações festivas, tencionava musicá-las, principalmente quando já se percebia pela cidade, uma febre de formação de conjuntos musicais unindo vários jovens de nossa melhor sociedade.

Nascia assim o conjunto musical “The Jets”, composto por Zé Ramalho (no violão solo), Alexandre Carneiro (violão rítmico) e, posteriormente convidados Roberto Lyra de Brito (no baixo e às vezes, gaita) e Antonio Vitoriano Freire Filho (na bateria). O conjunto se apresentava nas festinhas do colégio e fazia um enorme sucesso. O Brasil vivia o auge da Jovem Guarda e as músicas interpretadas pelos “The Jets”, misto de canções dos Beatles, dos Rolling Stones, de Renato e seus Blue Caps, dos Incríveis, de Deny e Dino, dos Vips e outros, fervilhavam nas mentes da garotada pessoense.


Os “JETS” em sua formação inicial, da esquerda para a direita: Antonio Vitoriano Freire Filho (na bateria), Alexandre Carneiro, José Ramalho Neto e Roberto Lyra de Brito (violões)

Os temperamentos fortes de Zé Ramalho e Alexandre Carneiro sempre viviam em confronto, até que um dia Alexandre deixou de vez o grupo, na véspera de uma apresentação. Os outros componentes correram atrás do prejuízo. Era difícil encontrar um substituto para o Alexandre Carneiro. Finalmente, descobriram um tal de “Mindoim”, que tocava muito bem violão e foram procurá-lo. Na verdade, o nome do cara era Jackson Guedes de Lima, tocava seresta e tinha pouca experiência com a música da jovem guarda. Mas, era um sujeito legal, se dispunha a aprender e então foi aceito no conjunto.

O conjunto então passou por uma série de reformulações, como por exemplo, a troca de violões por guitarras de fato. A de Zé Ramalho, o avô dele, Avohai, a deu; o baixo do Roberto Lyra, o triangular que foi do Floriano, de Os Quatro Loucos, sua mãe o presenteou; a de Jackson, como não havia condições boas de bancá-la, foi paga em suaves prestações aos membros de Os Quatro Loucos, por uma guitarra semi-nova, com os cachês que o conjunto ganhava; e a bateria do Toinho Freire, que antes era uma bateria secular do Colégio Pio X, seu pai comprou uma nova.


Os “JETS” em uma apresentação no Instituto de Educação da Paraíba (Escola de Formação de Professores), na Av. Camilo de Holanda, em 1966. Da esquerda para a direita: Zé Ramalho, Roberto Lyra (e seu baixo triangular) e Jackson Guedes

Mesmo apesar de ter uma instrumentação semi-nova, havia um problema: só havia um amplificador para as três guitarras. O som saía meio misturado. Os componentes do “The Jets” tocavam assim mesmo, até que um dia, foram comprados novos instrumentos: um baixo Giannini e um Tunder Sound – moderno amplificador para contra-baixo. Autores da compra: o pai do Roberto Lyra e o avô do Zé Ramalho.

O conjunto ficou muito melhor. Faltava um novo nome. Nascia assim “Os Demônios”. O novo conjunto tinha agenda cheia nos fins de semana, tocando nos principais pontos de encontros da juventude: Clube Cabo Branco, Clube Astréa, Clube da AABB, Clube dos Oficiais, “assustados” e nas mais variadas festas. Eram polivalentes no repertório, mas as músicas soladas eram as mais preferidas, como as gravadas pelos The Ventures, The Jet Blacks, The Jordans e outros conjuntos nacionais e internacionais. Zé Ramalho, tido como um ótimo solista demonstrava na guitarra, uma gama de efeitos regulares que já delineava seu estilo próprio.


“Os Demônios”, em um ensaio no terraço da residência do Dr. Antonio Vitoriano Freire, sito à Avenida dos Tabajaras. Da esquerda para a direita: Antonio Freire Filho, Jackson Guedes, Roberto Lyra e Zé Ramalho

Por causa de divergências internas, Roberto Lyra saiu do conjunto no final de 1967. Mesmo assim, continuou amigo de todos os demais membros de “Os Demônios”.

Ainda em 1967, entra para o conjunto, Marcos Ferreira, grande baixista que tinha saído de Os Gatos Pretos, conjunto musical nascido no bairro da Torre. O guitarrista Jackson Guedes também foi substituído; em seu lugar, entrou Cecílio.

“Os Demônios” inicia uma nova fase musical, participando ativamente do movimento da Jovem Guarda. Fizeram parte da delegação que se apresentou no Clube Internacional de Recife, levado pelo Presidente do Clube Cabo Branco, Fernando Milanez, nas festas de INTER-CLUBES; matinais do Cabo Branco; matinês do Clube Astréia; tardes domingueiras no SESC; Internacional de Cruz das Armas; Clube Santa Cruz, de Santa Rita; Clube Recreativo Guarabirense; Clube dos Oficiais do Grupamento de Engenharia e vários outros.

Posteriormente, o guitarrista Zé Ramalho abandonou o conjunto “Os Demônios” e foi integrar Os Quatro Loucos. Seu substituto foi o guitarrista Jovanni.


“Os Demônios” exibindo com orgulho seus novos instrumentais. Da esquerda para a direita: Roberto Lyra, Zé Ramalho, Antonio Freire Filho e Jackson Guedes.

Fotos:
Gentilmente cedidas do acervo familiar dos próprios componentes

Fonte: Blog do amigo Pedro Marinho

Show de Zé Ramalho em Teófilo Otoni, 18 de novembro.

Lady's Produções e Jackson Martins tem o prazer de trazer para Teófilo Otoni, como forma de resgatar raízes da música popular brasileira na região, o cantor Zé Ramalho, com a música de trabalho "Chão de Giz" que está estourando nas rádios brasileiras e encantando os corações dos apaixonados na novela INSENSATO CORAÇÃO¹ e outras músicas de sucesso do artista que marcaram a vida de muitas pessoas.
PARA TEÓFILO OTONI O MELHOR DA MÚSICA

Fonte: Mucury Cultural

Nota do blog: (1) Essa música é da trilha da novela Cordel Encantado, e não da novela INSENSATO CORAÇÃO.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Zé Ramalho é atração em novembro no Centro Cultural em Jaguará do Sul

"A noite de 6 de novembro reserva uma atração mais do que especial para os fãs de Zé Ramalho e ao público que aprecia música de qualidade".

U
m dos mais importantes compositores e intérpretes da MPB apresenta-se no Centro Cultural da SCAR e traz na bagagem sucessos consagrados ao longo da carreira.

A produção é da empresa Pancadão Sertanejo e os ingressos terão valores diferenciados de acordo com a localização no teatro: Área Vip - Fileira A até M = R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia); Platéia 1 - Fileira N até W = R$ 130,00 (inteira) e R$ 65,00 (meia); Platéia 2 - Balcão = R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia).Informações pelo telefone (47) 3275-2477.

Nascido em 3 de outubro de 1949, José Ramalho Neto é natural de Brejo da Cruz (PB). Sua vida artística começou como Zé Ramalho da Paraíba, cantando em conjuntos de baile inspirados na jovem guarda e no rock inglês.

O interesse pelos violeiros e pala literatura de cordel só surgiria depois, ao participar da trilha sonora do filme Nordeste: cordel, repente e canção, de Tânia Quaresma, em 1974. Por conta desse trabalho, Zé se mudou para o Rio de Janeiro (RJ), acompanhado por outros cantores nordestinos. Naquele mesmo ano, lançou seu primeiro disco, uma parceria com Lula Côrtes.

E é assim Zé Ramalho vem construindo sua obra, inspirada tanto na literatura de cordel e nos ritmos nordestinos quanto no cinema, nas histórias em quadrinhos, nos livros de ficção científica, nos seriados de TV, no rock e na mitologia, alinhavando tudo com seu jeito único decantar, como se estivesse narrando, e com suas composições que remetem a imagens.

Fonte: Diário do Vale


domingo, 16 de outubro de 2011

ZÉ RAMALHO NA GLOBO NEWS EM 14/10/2011

O grande mestre Zé Ramalho teve uma participação super especial no Jornal das Dez apresentado na Globo News.

Na entrevista Zé falou sobre os seus grandes sucessos e do modo como se inspira para compor suas canções.

video

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Zé Ramalho e sua Caixa de Pandora

"Há três décadas ele conquistou seu espaço entre os mitos da MPB. Com sua figura singular e seu vozeirão marcante, se apresenta hoje em Cuiabá"

Por Martha Baptista
Da Reportagem

Faz tempo que Zé Ramalho está na estrada: desde o lançamento de seu primeiro álbum solo, que emplacou o sucesso “Avohai”, há três décadas, esse paraibano conquistou seu espaço no panteão dos mitos da MPB, com sua figura singular e seu vozeirão marcante.

Nesta sexta-feira, Zé Ramalho desembarca em Cuiabá com sua “caixa de Pandora” - um mito grego que narra a chegada da primeira mulher à Terra e, com ela, a origem de todas as tragédias humanas. A história de Pandora e sua caixa é longa e interessante: ao abrir o presente que continha todos os males do mundo, a primeira mulher conseguiu fechá-la antes que a esperança pudesse sair. Essa metáfora foi a maneira encontrada pelos gregos para representar conceitos relacionados à natureza feminina, como a beleza, a sensualidade e o poder de dissimulação e de destruição, de acordo com Fernando Segolin, professor de Literatura da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo.

Mas o que Zé Ramalho traz em sua “caixa de Pandora”? Em seu blog (www.blognotasmusicais.blogspot.com),o jornalista carioca Mauro Ferreira dá algumas pistas: “Em rotação pelo Brasil ao longo deste ano de 2011, o azeitado show ‘A Caixa de Pandora’ toma emprestado o nome do box de quatro CDs e um DVD lançado por Zé Ramalho em dezembro de 2010 com fonogramas raros de sua discografia. Contudo, o roteiro do show - que chegou ao Rio de Janeiro (RJ) na noite de 8 de outubro em eletrizante apresentação que encheu a casa Vivo Rio - é formado essencialmente por sucessos. A única exceção foi a pouco conhecida ‘Companheira de Alta Luz’ (Zé Ramalho e Fausto Nilo, 1998). O cantor e compositor paraibano deleita seu fiel público com banquete de hits próprios e alheios”.

O roteiro do show que será apresentado no Centro de Eventos do Pantanal esta noite inclui a interpretação bem pessoal do maior sucesso de Gonzaguinha, o samba “O que é, o que é”; “Caminhando” de Geraldo Vandré, o grande hino da geração que lutou contra a ditadura militar nas décadas de 1970 e 80; uma versão de uma canção do ícone da contracultura norte-americana, Bob Dylan, “Amanhã é distante”; e um clássico de outro ídolo da contracultura (desta vez, da brasileira), Raul Seixas: “Eu nasci há 10 mil anos atrás” (em parceria com o “bruxo” Paulo Coelho).

Da safra do próprio Zé Ramalho, serão interpretados “Avohai”, “Frevo Mulher”, “Admirável Gado Novo” e “Chão de Giz”, entre outros sucessos. Zé Ramalho apresenta-se no show acompanhado da Banda Z.

GRANDE ENCONTRO

Zé Ramalho ultrapassou a barreira de um milhão de discos vendidos, com o êxito fenomenal de “Entre a Serpente e a Estrela”, que fez parte da trilha sonora de uma novela da Rede Globo. Sua história com a dramaturgia televisiva sempre rendeu grandes frutos, incluindo o fenômeno de retornar às paradas de sucesso com uma mesma música, “Admirável Gado Novo”, incluída na trilha da telenovela global “O rei do gado”, conectando o artista à juventude brasileira e fazendo o CD da novela vender três milhões de cópias - um recorde que permanece inalcançável.

Ao lado dos amigos Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença, Zé protagonizou em 1996, um dos projetos mais bem sucedidos da música brasileira, “O Grande Encontro”, que reuniu multidões nos shows em todo o país e gerou o lançamento de um disco ao vivo, vendendo mais de 500 mil. A continuação do projeto, rendeu outras duas turnês vitoriosas, um CD de estúdio e outro gravado ao vivo, que alcançaram a marca de 480 mi unidades, e Zé realizou ainda uma apresentação histórica no Rock in Rio 3, assistida por mais de 50 mil pessoas em 2001, junto com Elba Ramalho.

O álbum “20 anos – Antologia Acústica” é seu maior êxito comercial até hoje, com aproximadamente dois milhões de cópias vendidas e vencedor do Prêmio Sharp como melhor projeto gráfico. Este disco deu início a uma trilogia que seguiu com “Nação Nordestina”, um mapeamento da história musical e política da sua região natal, indicado ao Grammy Latino de melhor álbum regional e “Estação Brasil”, um passeio pelo cancioneiro nacional. (com assessoria)

SERVIÇO

O QUE: Show “A Caixa de Pandora” com Zé Ramalho e Banda

ONDE: Centro de Eventos do Pantanal

QUANDO: hoje (sexta-feira), às 23h30 (os portões abrem às 21h)

QUANTO: Venda de ingressos na Casa de Festas do Shopping Goiabeiras e da Galeria Itália, pelo site www.eritonbezerra.com.br ou pelo telefone (65) 3624 7200

Fonte: Diário de Cuiabá

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ZÉ RAMALHO EM TEÓFILO OTONI - MG



Evento: Zé Ramalho
Data: 18 de novembro de 2011
Local: Sede Campestre do Automóvel Clube de Teófilo Otoni – 23:00 hrs


Fonte: h-dois.com

Mesmo com apagão, Zé Ramalho abre sua Caixa de Pandora em show no Rio



Nem o apagão que assolou o Vivo Rio e bairros do Rio de Janeiro abalou o ânimo de Zé Ramalho e a confiança de seus fãs no show “A Caixa de Pandora”, que apresentou na noite deste sábado (08/10). Com a casa lotada e ingressos esgotados, Zé abriu os trabalhos com “Táxi Lunar” e, já na segunda música do repertório, “Banquete dos Signos”, teve que interromper o festival de hits. Cerca de 20 minutos depois, um aviso em tom de locução ( “Pedimos desculpas, mas o Rio de Janeiro sofreu mais um apagão. Vamos continuar com nossos geradores”) e de uma piada feita pelo próprio, o músico paraibano voltou ao palco. “A explicação numérica foi essa, mas também pode ter sido um disco voador que sugou toda a energia”, declarou antes de entoar “A Terceira Lâmina”.

Na sequência, vieram vários sucessos. ”O Amanhã É Tão Distante”, parte da trilha sonora de “Araguaia”, veio seguida da música de abertura de “Pedra Sobre Pedra”, “Entre a Serpente e a Estrela”. Passado o momento novela, destacaram-se “Eternas Ondas”, “Avohai”, “Vila do Sossego”, “Chão de Giz” e “Garoto de Aluguel”. Mostrando que é cult para editores, mas pop para o povo, Zé Ramalho entoou “Admirável Gado Novo”. “O tempo passa e ela continua atual”, declarou o músico antes de iniciar o tema de “O Rei do Gado”.

Nem precisou um espertinho gritar “Toca Raul” na plateia, porque Zé incluiu no espetáculo uma homenagem ao “nosso grande Raul Seixas”. O pot pourri de “O Trem das Sete” com “Medo da Chuva” emocionou os fãs, que no bis ainda puderam ouvir “Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás”, do roqueiro baiano. O show terminou com “Frevo Mulher” e uma mensagem: “Pra vocês que fazem parte da massa, fiquem na paz”. No retorno ao palco, Zé ganhou coro da plateia em “Sinônimos”, gravada por Chitãozinho & Xororó e divulgada na trilha sonora da novela “A Favorita”.

No show do Vivo Rio, destaque para o cenário, com um mapa astrológico e a sombra de um homem, provavelmente o próprio Zé. Fora do palco, atenção ao box “A Caixa de Pandora”, que contém quatro CDs e um DVD com grandes sucessos do músico.

Fonte: Chis Fuscaldo, Garota FM

Foto: Marco Amarelo


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Zé Ramalho Ao Vivo Em Vitória

O cantor e compositor Zé Ramalho está de volta à Vitória(ES) no dia 1º de Novembro com seu supershow e seus grandes Sucessos... O show será na Arena Vitória Alvares Cabral.

A Arena Vitória foi toda montada com uma estrutura exclusiva para receber com qualidade e estilo que escolheram desfrutar desta que será uma noite inesquecível... Grandes sucessos como: Mistérios da Meia Noite, Avohai,Chão de Giz,Vila do Sossego, Admirável Gado Novo,Sinônimos,Terceira Lâmina,Entre a Sepente e a Estrela, Taxi Lunar,Bate na Porta do Céu e muito mais...

O show terá uma mega estrutura de Som, Luz e Telões... " ZÉ RAMALHO" UM MÙSICO,UM POETA, UMA VÓZ ÚNICA QUE VEM ENCANTANDO OS SEUS FÂS O BRASIL E O MUNDO Aproveite a véspera de feriado e desfrute o melhor da Música Popular Brasileira.


Atração: Zé Ramalho
Gênero: MPB, Forró
Local: Ginásio Álvares Cabral (Arena Vitória)
Endereço: Av. Mal Mascarenhas Moraes - 2100 - Vitória - Espí­rito Santo

Fonte: Sai do Sofá

sábado, 8 de outubro de 2011

Geraldo Azevedo e Zé Ramalho cantam no Rio neste fim de semana

Rio - Eles têm muito em comum: nascidos no Nordeste — Geraldo Azevedo em Pernambuco e Zé Ramalho na Paraíba —, são representantes da melhor música brasileira. E os dois cantam no Rio neste fim de semana. O primeiro lança novo DVD, ‘Salve São Francisco’, no Espaço Tom Jobim; e o segundo revisita a carreira no Vivo Rio.

Serviço:
ESPAÇO TOM JOBIM. Rua Jardim Botânico 1.008, Jardim Botânico (2274-7012). Hoje e amanhã, às 21h. R$ 80 (estudantes e maiores de 65 anos pagam meia). Livre. VIVO RIO. Avenida Infante Dom Henrique 85, Aterro do Flamengo (4003 -1212). Amanhã, às 22h. De R$ 70 (pista) a R$ 140 (camarote). 16 anos.

Fonte: O Dia Online

Filme sobre disco Paêbirú, de Zé Ramalho e Lula Côrtes, é projetado neste domingo no Cine São Luiz

Zé Ramalho faz sucesso em todo o Brasil e sempre canta músicas como Avohai, Frevo mulher, Admirável gado novo e Chão de giz, que ajudaram a fazer o nome do cantor paraibano a partir do final dos anos 1970. O que muitos de seus fãs não sabem é que, anos antes, Zé já estava na ativa e tinha até gravado disco, o mítico Paêbirú, parceria com Lula Cortês.

O álbum virou tema de documentário. Zé não quis participar (Paêbirú é um assunto que ele evita), mas aprovou sua produção. Lula Côrtes morreu sem assistir Nas paredes da pedra encantada, longa-metragem que investiga esse que é um dos mais raros discos brasileiros. O LP duplo Paêbirú — Caminho da montanha do sol (1975) é o primeiro disco a levar na capa o nome do compositor de Avohai. Músico, poeta e artista plástico pernambucano, Luiz Augusto Martins Côrtes morreu em 26 de março, aos 61 anos, em decorrência de um câncer na garganta. O filme ganhou sua primeira exibição pública em 30 de abril, em São Paulo, dentro da programação do In-Edit Brasil — 3º festival internacional do documentário musical.

O filme será projetado pela primeira vez em Pernambuco neste domingo, às 20h30, no Cine São Luiz, como parte da programação da mostra Play The Movie, do Festival Coquetel Molotov.

Dirigido por Cristiano Bastos e Leonardo Bomfim, o documentário, além de abordar a feitura do disco — conversando com vários dos envolvidos, como o cantor Alceu Valença, o cartunista Lailson de Holanda, o artista plástico Raul Córdula e a cineasta Katia Mesel — tem na figura de Lula seu fio condutor. E não teria como ser diferente. Com um carisma magnético, ele rouba a cena.

Rodado nas cidades pernambucanas de Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Recife, e nas paraibanas João Pessoa e Ingá do Bacamarte, Nas paredes da pedra encantada é um road movie que captura muito do espirito da época em que o disco foi feito, em plena efervescência do udigrudi pernambucano. Produzido com dinheiro do próprio bolso dos diretores (orçado em aproximados R$ 30 mil), o filme acompanha Lula de volta até a Pedra do Ingá, sítio arqueológico onde se encontram as misteriosas inscrições rupestres que inspiraram as letras do álbum — que apresenta em suas músicas uma rica combinação de ritmos nordestinos e rock psicodélico.

As premissas dos diretores resultaram em vários planos sequência, longos e detalhados depoimentos, que passeiam por temas como ecologia, arqueologia, contracultura, música e lisergia, permitindo ao espectador entrar na história sem pressa. “Queríamos que o filme respirasse, fugisse de edições frenéticas, de ritmo videoclíptico. E que tudo nele fosse novo, sem imagens de arquivo — até porque elas não existem —, mostrando o que a gente viu”, conta o jornalista gaúcho radicado em Brasília Cristiano Bastos. “A ideia não era apenas entrevistar, mas olhar as pessoas. Como o Pennebaker em Don’t look back, filmando detalhes dos personagens, um filme observador”, emenda o carioca Leonardo Bomfim, mestrando em comunicação morando em Porto Alegre, em referência ao documentário do diretor americano que captura Bob Dylan em 1965.

Registro vívido
Em alguns momentos, a limitação financeira da produção surge na tela, mas isso não interfere em seu encanto justamente pela riqueza das imagens e das falas dos personagens. Há depoimentos divertidíssimos, como Lula contando como pediu Katia (sua mulher na época) em casamento ou o avistamento de elefantes em pleno sertão paraibano. Em Ingá do Bacamarte, onde se localiza a pedra, os moradores dão versões ingênuas e hilárias para a origem das inscrições. Além da natureza, a música exerce grande força no documentário. O próprio Paêbirú serve de trilhas sonora, mas foram feitas cenas musicais exclusivas. Em uma delas, Lula e seu tricórdio (espécie de cítara popular marroquina, instrumento que ele dominava e está por todos os quatro lados do LP) acompanham, em espontânea sintonia, Alceu Valença em uma música inédita do compositor de Tropicana e Coração bobo.

Em um dos depoimentos, Lula fala sobre o futuro, a vontade de construir uma nova casa no terreno que ganhara de um amigo. O músico se foi, mas permaneceu seu legado. E com Nas paredes da pedra encantada, permanece também um registro vívido desse incrível personagem da música brasileira.

Programação da Mostra Play the Movie:

SÁBADO – 08/10
17h – Sessão de fil­mes sele­ci­o­na­dos por Marcelo Gomes: “Cinema, Aspirinas e Urubus”
19h — Filme: “Gretchen Filme Estrada“
21h — Filme: “Explosão Brega”

DOMINGO — 09/10
17h — Sessão de fil­mes sele­ci­o­na­dos por Marcelo Gomes: “A Alma do Osso”
18h30 – Filme: “Daquele Instante em Diante“
20h30 – Filme: “Nas Paredes da Pedra Encantada”

Fonte: Diario de Pernambuco

Com informações de Pedro Brandt, do Correio Braziliense

Zé Ramalho realiza show em Rondonópolis e Cuiabá no MT.

Com milhões de discos vendidos, 30 anos de carreira e mais de uma centena de sucessos para levar na bagagem o cantor e compositor Zé Ramalho chega a Mato Grosso. Depois de um tempo longe dos palcos mato-grossenses o músico traz sua Tour 2011 “A caixa de pandora” as cidades de Rondonópolis e Cuiabá nos dias 13 e 14.

Para os fãs dos grandes sucessos do poeta, não vão faltar motivos para comemorar. O show que inclui sucessos como Avohai, Chão de giz, e Garoto de aluguel traz ainda releituras de grandes nomes da música popular brasileira tais como Raul Seixas e Gonzaguinha.

No palco Zé Ramalho é conhecido pela sua personalidade marcante e pela intensidade de sua poesia, para as apresentações no Estado o artista conta com a experiência e com o talento da Banda Z que tem Chico Guedes no contrabaixo, Edu Constant na bateria, Dodô de Moraes nos teclados, Toti Cavalcanti nos sopros e Zé Gomes na percussão.

Os shows de Cuiabá e Rondonópolis estão sendo trazidos pela Eriton Bezerra Produções que garante que além do espetáculo cultural os participantes do evento poderão contar com todo conforto e infraestrutura necessária para que a noite seja inesquecível.

Em Rondonópolis a apresentação será no dia 13 de outubro, no Caiçara Tênis Clube e em Cuiabá no dia 14 de outubro no Centro de Eventos Pantanal.

Fonte: O Documento

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

OS QUATRO LOUCOS.

A banda "Os quatro Loucos" que, talvez tenha dado início a esse movimento de jovem guarda, em terras paraibanas. Formada inicialmente pelos irmãos da família Miranda, Floriano e Golinha (falecido), além de Cecílio (falecido) e Vital Farias.

Em sua segunda formação, integraram-se à banda os guitarristas José Ramalho e Dedé, além do tecladista Diágoras Júnior.

Fotos:

Em pé, da esquerda para à direita: Zé Ramalho, Diágoras Júnior e Floriano Miranda; na frente, Golinha Miranda (foto de Ivete Ramalho).


Da esquerda para à direita: Floriano, Golinha, Roberto Carlos, Zé Ramalho.


Da esquerda para à direita: Golinha, na bateria; Dedé, Zé Ramalho e Floriano Miranda, no baixo.

Fonte: Blog do Pedro Marinho

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Show do cantor Zé Ramalho no Vivo Rio

O paraibano José Ramalho fará o show relembrando antigos e atuais sucessos de sua extensa carreira. Com mais de 20 CDs lançados, Zé é um dos pioneiros da música nordestina brasileira.

Serviço:

Show: Zé Ramalho

Local: Vivo Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique 85 – Aterro do Flamengo

Data: 8 de outubro de 2011

Horário: 22h

Ingresso:variam de R$70 a R$140

Classificação indicativa: 16 anos

Informação: (21)2272.2902


Fonte: Manchete Online

O trovador Zé Ramalho segue firme pelos palcos brasileiros há mais de 30 anos

Zé Ramalho está na estrada. Tal notícia vem fazendo a alegria de milhões de brasileiros há mais de três décadas, desde o lançamento do primeiro álbum solo do artista paraibano que emplacou de cara o hino “Avohai”. Zé traçou uma ponte que unia Pink Floyd e Beatles a Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, entre tantos outros. Cidade grande e sertão, psicodelismo e regionalismo, o Nordeste inserido no mundo, o universo conectado ao Nordeste. Um trovador urbano comparado por muitos aos ícones da música mundial.

Zé Ramalho ultrapassou a barreira de um milhão de discos vendidos, com o êxito fenomenal de “Entre a Serpente e a Estrela”, que fez parte da trilha sonora de uma novela da Rede Globo. Sua história com a dramaturgia televisiva sempre rendeu grandes frutos, incluindo o fenômeno de retornar às paradas de sucesso com uma mesma música, “Admirável Gado Novo”, incluída na trilha de O REI DO GADO, conectando o artista à juventude brasileira e fazendo o CD da novela vender nada menos do que três milhões de cópias, um recorde que permanece inalcançável.

Ao lado dos amigos Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença, Zé protagonizou em 1996, um dos projetos mais bem sucedidos da música brasileira, O GRANDE ENCONTRO, que levou multidões aos shows em todo o país e gerou o lançamento de um disco ao vivo, vendendo mais de 500.000 cópias. A continuação do projeto, rendeu outras duas “turnês” vitoriosas, um CD de estúdio e outro gravado ao vivo, que alcançaram a marca de 480.000 unidades, recebendo o disco de ouro e o de platina e, Zé realizou ainda uma apresentação histórica no ROCK IN RIO 3, assistida por mais de 50 mil pessoas em 2001, junto com Elba Ramalho.

O álbum 20 ANOS – ANTOLOGIA ACÚSTICA é seu maior êxito comercial até hoje, com aproximadamente dois milhões de cópias vendidas e vencedor do Prêmio Sharp como melhor projeto gráfico. Este disco deu início a uma trilogia que seguiu com NAÇÃO NORDESTINA, um mapeamento da história musical e política da sua região natal, indicado ao Grammy Latino de melhor álbum regional e, ESTAÇÃO BRASIL, um passeio pelo cancioneiro nacional. Zé Ramalho ainda homenageou Raul Seixas, gravou seu primeiro cd ao vivo, lançou o inédito O GOSTO DA CRIAÇÃO e convidou amigos para participar do CD e DVD PARCERIA DOS VIAJANTES.

Entre 2008 e 2010 vieram os lançamentos da série Zé Ramalho canta com : Zé Ramalho canta Bob Dylan, esse indicado para o premio Grammy Latino, depois Zé Ramalho canta Luiz Gonzaga e no mesmo ano ainda Zé Ramalho canta Jackson do Pandeiro...E o mais recente lançamento da série, Zé Ramalho canta Beatles.
A tour 2011 traz Zé Ramalho revisitando alguns de seus maiores êxitos que venderam milhões de discos, mantendo o respeito da crítica especializada, em rara unanimidade. “Avohai, Frevo Mulher, Admirável Gado Novo, Chão de Giz, Beira-Mar, Eternas Ondas, Garoto de Aluguel, Vila do Sossego e Banquete de Signos” são apenas algumas das inúmeras pérolas que Zé Ramalho lançou e riscam o Brasil de Norte a Sul, derrubando fronteiras e provando que a grande música é universal. Todas estão presentes no novo show, que traz ainda releituras de Raul Seixas e Geraldo Vandré já gravadas por Zé, como “Eu Nasci a Dez mil Anos Atrás” e “Caminhando”, assim como “O que é o que é” de Gonzaguinha e “Distante companheira de Alta Luz”, entre outras surpresas, que se encontram no seu mais novo lançamento, “A Caixa de Pandora”.

Seja qual for a jornada, o público sabe que quem a conduz é um dos artistas com a personalidade mais marcante da música popular brasileira. Com sua voz inconfundível e sua poesia apocalíptica, Zé Ramalho escreveu, escreve e continuará escrevendo seu nome na história musical brasileira, seguindo feito um viajante pelas estradas do país, arrastando multidões por onde quer que passe. Há mais de 30 anos, o brasileiro sabe que assistir Zé Ramalho ao vivo é uma experiência única em uma espécie de pacto de fidelidade que se renova ano a ano.


Fonte: 24 Horas News

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Hoje é o Aniversário do Mestre Zé Ramalho!!!

Em 03 de Outubro de 1949 nascia esse grande mestre da musica popular brasileira.

Zé continua com uma forma extraodinária, cantando e encantando todos as classes sociais com sua bela música.

Esperamos que ele continue assim por muitos e muitos anos, pois quem ganha presente nesta data tão especial não é ele, e sim os seus milhões de fãs.

Parabens meu mestre, muita saúde e paz pra você e família.




" Toda pessoa merece felicidade
Uma vontade danada de bem viver
O mundo é bom quando se for entender
Que tudo vinga quando se pode querer"

Um Pequeno Xote.
Zé Ramalho
Foto: Mario Luis Thompson