sábado, 28 de julho de 2012

Zé Ramalho no Programa "Altas Horas"

Pessoal vamos ficar ligados pois o nosso grande mestre Zé Ramalho estará mostrando o seu novo cd no programa "Altas Horas" na Rede Globo. O programa vai ao ar nesta madrugada (de hoje pra amanhã) logo após o Intercine!!!

Não percam!!!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

CLIPE "INDO COM O TEMPO"



Clipe da música "Indo com o Tempo" do novo cd de Zé Ramalho!!!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Show de Zé Ramalho lota arena do Centro de Convenções de Atibaia-SP

"Em apresentação do Festival de Inverno, Zé Ramalho esquentou o público em fria noite de sábado"

Em apresentação que faz parte do tradicional Festival de Inverno, milhares de pessoas desfrutaram, na noite deste sábado (21), do show do cantor Zé Ramalho, que se apresentou em Atibaia, na arena do Centro de Convenções e Eventos. Com sucessos como "Chão de Giz", "Trem das 7", "Entre a Serpente e a Estrela", "Mistérios da Meia-noite", "Sinônimos" e "Admirável Gado Novo", o paraibano Zé Ramalho, que esquentou o público nesta fria noite deste sábado, chega aos 35 anos do lançamento de seu primeiro disco, que já trazia canções que se tornaram eternos sucessos.

O público de Atibaia pode ouvir e conhecer, durante o show deste sábado, algumas das canções inéditas que compõe o disco "Sinais dos Tempos", novo trabalho de Zé Ramalho.

O Festival de Inverno vai até 12 de agosto e conta com atrações para todos os estilos. Mais informações na Secretaria de Cultura e Eventos pelos telefones: (11) 4414-2139 ou 4412-7776.

Fonte: AtibaiaNews

domingo, 22 de julho de 2012

SHOW DE ZÉ RAMALHO É ADIADO NA CHAPADA DOS GUIMARÃES

Por Marcos Lemos, especial para o GD

Problemas técnicos no voo entre Campinas e Cuiabá acabaram impedindo a chegada da banda do cantor Zé Ramalho que faria hoje a abertura do 28º Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães. Por causa deste contratempo, o prefeito Flávio Daltro, prorrogou o evento até o dia 3 de agosto, quando então acontecerá o show de um dos grandes intérpretes da música popular brasileira.

Zé Ramalho veio em outro voo e passou a sexta-feira em Chapada dos Guimarães, mas confirmou retorno para o encerramento do Festival de Inverno, que coincide com a comemoração do aniversário do município que este ano completa 269 anos de fundação.

O prefeito Flávio Daltro garantiu que o restante da programação não sofrerá mudanças, lembrando os shows nacionais de Alexandre Pires, que acontece neste sábado, além da banda Paralamas de Sucesso e Chitãozinho e Xororó, e do próprio Zé Ramalho.

Fonte: Gazeta Digital

quinta-feira, 19 de julho de 2012

MUDANÇA NA PROGRAMAÇAO DO PROGRAMA "ALTAS HORAS"

Pessoal a produção do programa "Altas Horas" informou que o programa com a participação do mestre Zé Ramalho irá ao ar somente na madrugada do dia 28 para o dia 29 de julho.

Portando fica a correção aqui da data que tinha publicado anteriormente!!!

Grande abraço à todos.
Rivanildo

quarta-feira, 18 de julho de 2012

PASSAGEM DE SOM DA MUSICA "SINAIS" NO PROGRAMA ALTAS HORAS



Pessoal o programa Altas Horas vai ao ar na madrugada de sábado para domingo (28 para 29 de julho) pela Rede Globo, não percam!!!

Moraes Moreira e Zé Ramalho mostram diferentes facetas da música popular brasileira

Companheiros de geração oriundos de uma mesma região, Moraes Moreira e Zé Ramalho estão de volta ao disco em situações literalmente opostas. Enquanto o baiano retoma a carreira com o instigante A revolta dos ritmos, inspirado, segundo diz, nos áureos tempos de carreira, o paraibano poderá frustrar os fãs com o insosso Sinais dos tempos, sete anos depois do último álbum de inéditas.

Se por um lado Moraes anuncia para 6 de agosto o início da turnê de lançamento do disco, começando pelo Rio de Janeiro, Zé Ramalho avisa que não haverá show do novo trabalho, apesar de ele continuar excursionando com sua banda. Em momentos distintos em suas carreiras, Moraes dá entrevistas por telefone, enquanto Zé Ramalho opta pelo e-mail. Resta aos fãs conferir os repertórios de A revolta dos ritmos e Sinais dos tempos para tirar as próprias conclusões.

Fazendo poesia Feliz e falante, Moraes Moreira revela que seu plano era fazer um disco de samba. “O projeto foi nascendo aos poucos. Tinha muitas músicas, sambas, principalmente. Daí a ideia de um disco do gênero.” Aos poucos, no entanto, o baião, o xote e o bolero foram chegando e ele teve de abrir para outros ritmos, incluindo composições mais recentes, como A dor e o poeta.

Dedicando-se especialmente à poesia nos últimos tempos, o cantor, compositor e instrumentista baiano revela que tem escrito muito cordel, além de poesia em geral. “Foi por onde caminhei melhor”, confessa, atribuindo a fase à própria maturidade. “Para não dizer velhice”, diz. “Com o tempo passando, a gente pode poetar.” Essa arte da poesia, afirma, aprendeu com os companheiros dos Novos Baianos, aos quais, aliás, atribui a inspiração do novo disco.

Moraes conta que está reunindo poemas para a publicação de um livro, paralelamente à realização de um projeto com direito a declamação pública e exibição deles em um varal. “Eu quis fazer um disco só de samba/ mas o baião ficou tão enciumado/ e foi aí que eu disse sim, caramba/ como é que eu resolvo esse babado”, canta Moraes Moreira, sem deixar de lado ritmos importantes em sua formação, como o rock, o afoxé, o maracatu, a ciranda e o frevo, todos devidamente citados em A revolta dos ritmos.
Já na abertura, o próprio compositor usa o samba de breque para fazer um alerta a si mesmo, citando, entre outros, João da Baiana, Pixinguinha e Donga, além, claro do xará Moreira da Silva: “Cuidado Moreira/ quando pisares no mundo do samba/ vê se segura sua onda”. O novo disco, admite, é uma homenagem ao clássico Acabou chorare, dos Novos Baianos, que está completando 40 anos. O filho Davi Moraes, com quem resgatou o repertório em show comemorativo à data, não por acaso também está em destaque no trabalho. “Acabou chorare é um oráculo ao qual eu sempre consulto. No novo disco, há momentos em que cavaquinho e pandeiro foram inspirados lá. A revolta dos ritmos tem muito da pegada dos Novos Baianos”, conclui Moraes Moreira.
Psicodelia latente
Mesmo fazendo do tempo a temática central do novo disco, Zé Ramalho garante que não se sente incomodado com ele. “Estou sentindo o tempo passando e indo com ele”, garante o artista paraibano. A demora em lançar um disco de inéditas é atribuída por ele a projetos temáticos como Zé Ramalho canta ..., em que revisitou as obras de Bob Dylan, Raul Seixas, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Beatles. “Isso tomou boa parte desses anos e me deixou em condições de realizar esse projeto somente agora”, explica.
A lembrança do antológico Avôhai, de 1978, é inevitável. Afinal, o próprio Zé Ramalho confessa que fez agora A noite branca em um contraponto à canção A noite preta, do repertório daquele disco. Provocado a lembrar o sucesso de Avôhai, o cantor, compositor e instrumentista garante já ter falado o suficiente, preferindo concentrar-se no atual. “O encantamento do primeiro disco está nele. Estou divulgando o meu novo trabalho: o atual, inédito, está sendo a minha prioridade. A psicodelia está em quase todas as músicas e é proveniente dos anos 1960-70. Foi quando pude beber intensamente de várias fontes, que banham as canções atuais, para o deleite dos fãs.”
Na sequência, o próprio Zé diz que a fonte de inspiração vem dos cantadores, dos repentistas, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Marinês, Jovem Guarda, Raul Seixas, Pink Floyd, Bob Dylan, Beatles e Rolling Stones. A criação de selo próprio deixa o cantor liberado dos executivos de gravadoras. “Sigo agora patrão de mim mesmo. Sem ouvir ordens de ninguém, nem fazer nada que não quero. E a Avôhai Music servindo apenas para meus propósitos, não haverá outros artistas nesse selo”, anuncia “Estão no álbum lembranças e vivências, algumas de forma mais aberta e outras mais enigmáticas”, conclui.

Fonte: www.divirta-se.uai.com.br


ZÉ RAMALHO NO PALCO MPB



Clique Aqui e confiram as fotos!!!

O tempo de Zé Ramalho

Depois de prestar tributos a ídolos como Bob Dylan e Luiz Gonzaga, Zé Ramalho lança um novo disco de inéditas, Sinais dos Tempos, um testemunho musical feito de "lembranças", "vivências" e "enigmas"

Depois de cinco anos dedicados a tributos a outros artistas, Zé Ramalho volta a lançar um disco de inéditas. Em Sinais dos Tempos, o cantor e compositor paraibano retoma sua produção autoral e também as sonoridades lisérgicas e a poética surrealista que impregnaram suas melhores composições e seus melhores trabalhos. O novo CD, o vigésimo sexto disco de carreira, chega ao mercado pelo selo Avôhai Music, criado por Zé em parceria com a esposa, Roberta Ramalho.

“Depois que passei dos 60, parece que os anos estão correndo. Me vejo num mundo louco, rápido e cruel e tendo de me inspirar nele para fazer minha obra de arte”, ele explica no material de divulgação do CD. “Os fãs vinham cobrando um disco autoral, mas passei os últimos cinco anos refletindo sobre mudanças que ocorreram e fazendo músicas aos poucos”.

Ao longo desse período, Zé travou um longa batalha na justiça para poder gravar seus próprios sucessos. Ao lado de artistas como Roberto e Erasmo Carlos, brigou contra um grupo de editoras musicais que tentou aumentar as taxas cobradas das gravadoras para a utilização das músicas em CDs e DVDs. Moveu uma ação contra a editora EMI Songs – que fazia parte do grupo denominado Associação Brasileira dos Editores de Música (Abem) – e tentou rescindir os contratos através dos quais cedeu os direitos patrimoniais de suas canções.


Em 2005, ao lançar o CD e o DVD Ao Vivo, com que comemorava seus 30 anos de carreira, Zé teve os produtos tirados de circulação – apenas a primeira tiragem foi vendida. O cantor partiu, então, para uma série de homenagens a outros artistas, como Bob Dylan, Beatles, Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga, até conseguir a vitória nos tribunais.

No novo CD, o desgaste do período de litígio é lembrado na faixa “Indo com o tempo”, em que ele canta: “Não perdoarei a quem me trouxe dor”. Mas as incursões pela obra de seus ídolos e alguns episódios de sua vida pessoal - como o nascimento dos netos e a parceria profissional com a esposa - fizeram o artista sublimar a mágoa das editoras e se inspirar para os novos vôos registrados no disco. “Estão no álbum lembranças e vivências, algumas de forma mais aberta e outras mais enigmáticas”, explica.

Robertinho do Recife

O álbum é dirigido e produzido por Robertinho do Recife e pelo próprio Zé Ramalho. A Banda Z escolta o paraibano em todas as gravações: Chico Guedes (contrabaixo), Edu Constant (bateria), Dodô de Moraes (teclados), Toti Cavalcanti (sopros) e Zé Gomes (percussão). A cantora Roberta de Recife, filha de Robertinho; e o guitarrista norte-americano Jesse Robinson fazem participações especiais no disco.

“É um album para pessoas que estavam aguardando novas produções musicais minhas, sem maiores pretensões. É a continuidade do meu trabalho, minha leitura do mundo atual e minha maturidade como homem e compositor. É a vontade de continuar levando essa vida de shows, estúdio, gravações e de oferecer o que crio”, explica.

Todas as 12 faixas são de sua autoria. As letras alternam referências a outros ídolos do compositor - como Pink Floyd e Carlos Drummond de Andrade -, que é citado em “Lembranças do primeiro” (“No meio do caminho há uma pedra. Deixe-a, não a remova”); e a canções que marcaram a trajetória do paraibano - como “A terceira lâmina”, “Beira-Mar” e “A noite preta”, lançada em seu disco de estreia e que recebe agora o contraponto poético em “A noite branca”.

“Há uma crueldade em relação à máquina do mundo hoje em dia, com toda essa correria. Mas não deixo pra trás nada do que eu sou”, afirma. Inquietações filosóficas que volta e meia vão dar no tema da morte também permeiam o CD. Sobretudo em “Olhar alquimista”, em que ele canta: “Aonde me viram não mais verão os alquimistas e os anciões”. “A morte é uma coisa sobre a qual já comecei a pensar. Ela está também na primeira faixa, quando canto: ‘será que chegarei à terra prometida ou atravessarei o túnel de luz’. Não que eu me sinta perto de morrer, mas tenho uma curiosa especulação e penso muito nisso hoje em dia”, avalia.

Ao deixar de lado o caminho dos discos-tributo e voltar a produzir um CD de inéditas, Zé Ramalho muda para permanecer o mesmo: eloqüente e claro em seus enigmas.

SERVIÇO

Sinais dos tempos

O que: novo disco de Zé Ramalho. Avôhai Music, 12 faixas.

Produção: Robertinho do Recife

Outras informações: www.zeramalho.com

Saiba mais

Sinais dos tempos tem produção de Robertinho de Recife e do próprio Zé Ramalho.

O disco tem participações especiais dos guitarristas Jesse Robinson (EUA) e Rick Ferreira, além de Roberta de Recife, filha de Robertinho do Recife; e João Ramalho, filho de Zé Ramalho.

A parceria com Robertinho do Recife já dura 15 anos. E a Banda Z acompanha Zé Ramalhodesde os anos 80.

Drummond é citado na faixa “Lembranças do primeiro”, em que Zé Ramalho versa: “No meio do caminho há uma pedra./ Deixe-a, não a remova!”

A faixa ”O que ainda vai nascer” traz elementos psicodélicos e faz referência a “Beira Mar”, sucesso de Zé Ramalho lançado em 1979.

Fonte: Jornal O Povo / Fortaleza-CE, edição 18/07/2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

Cifra da música "Sinais"

pessoal postei no site Cifra Club, a cifra da nova música do mestre Zé Ramalho, "Sinais".
Acesse o link para conferir!!!

www.cifraclub.com.br

Grande abraço à todos!

Música Cifrada por:
Rivanildo Alexandrino / Ronaldo Alexandrino

ZÉ RAMALHO NO PALCO MPB



Zé Ramalho é o grande homenageado do mes de Julho na Fm Mpb brasil, e o Programa palco Mpb de hoje 17/07 será especial com o grande Avôhai!!!

Vamos ficar ligados pessoal, o programa vai ao ar às 21:00hs! acesse o link para ouvir o programa!

Programa Palco MPB

segunda-feira, 16 de julho de 2012

ZÉ RAMALHO NO PROGRAMA "ALTAS HORAS"

Pessoal, já foi gravado a participação do grande Zé Ramalho no Programa "Altas Horas" da Rede Globo. O programa irá ao ar neste dia 21/07 na madrugada de sábado para domingo. Vamos ficar ligados!!!

Em breve o site oficial de Zé Ramalho estará de cara nova, o mesmo está sendo reformulado e será apresentado com outro modelo!!!

Abraço à todos.
Rivanildo

domingo, 15 de julho de 2012

Zé Ramalho lança ‘Sinais dos Tempos’

Ao DIÁRIO, cantor fala do legado da música nordestina, das manifestações folclóricas e da mídia.
Márcio Cruz

marcio.cruz@diariosp.com.br

Ele está de volta. E com novas mensagens do além. Criador de sucessos como “Avôhai”, de 1977, e “Admirável Gado Novo”, de 1980, sucesso na trilha de “O Rei do Gado” (1997), Zé Ramalho lança “Sinais dos Tempos”. Desde 2008, o cantor se dedicava a discos-homenagens a ídolos como Bob Dylan, em 2008, Luiz Gonzaga, em 2009, Jackson do Pandeiro, em 2010, e Beatles, em 2011.

Agora, um dos principais representantes da geração nordestina setentista, Zé retoma a linha temática que o tornou famoso, com uma mistura de baião, folk, blues e rock. E ainda letras sobre as fragilidades do homem e o sobrenatural. Dia 17/8, ele faz show de lançamento do álbum, no Tom Jazz.

DIÁRIO_ Como você vê o legado da música nordestina na cena pop?
ZÉ RAMALHO_
Me dá impressão que parou na minha geração, que veio logo após Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Domiguinhos. Eu, Fagner, Alceu Valença, Elba Ramalho e outros fizemos dessas fontes o nosso aprendizado, mas adicionamos a modernidade e a transformação do nordeste contemporâneo. A música nordestina atual descamba para uma música cada vez mais distante dessas raízes e fontes.

A canção “Um Pouco do que Queira” fala das festas de São João...
Bem, a Festa de São João é a redenção máxima da popularidade nordestina, em termos de festejos e folguedos de grande extensão popular. O São João nordestino hoje é feito de festas superproduzidas.

Você precisou passar por um novo trabalho de canto para incorporar as novas canções?
Não exatamente. Meu método e minha visão de fazer música não seguem uma regra óbvia. Quando passei três anos lançando o projeto “Zé Ramalho Canta”, foi o enriquecimento da minha obra através do meu lado intérprete. Lançar disco de músicas inéditas é cada vez mais raro e difícil de colocar no mercado.

Houve composições de outros autores que chegaram a fazer parte do projeto?
Não. A minha ideia, depois de cantar Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Beatles, Bob Dylan e Raul Seixas, foi exatamente retomar meu lado autoral radicalmente, calando a boca daqueles fãs desconfiados que me insultavam, através do meu site, insinuando que a minha fonte de compor havia secado. Aí está a resposta!

Você é pai de seis filhos e avô de cinco netos. Algum de seus filhos é músico?
A maioria dos filhos é envolvido com música. Mas apenas um segue a carreira ideológica e romântica de ser artista. É o meu terceiro filho, o João Ramalho, que tem a banda JPG.

Fonte: Jornal "Diário de São Paulo"

38º Festival de Inverno – Zé Ramalho faz show neste domingo em Itabira

O 38º Festival de Inverno de Itabira entra no seu segundo fim de semana. Com o tema “Cultura Popular”, o festival
apresenta hoje, às 19:30 horas, na concha acústica do Pico do Amor, o consagrado cantor Zé Ramalho.

Além de Zé Ramalho, a agenda anuncia ainda mais expetáculos musicais exposição e dança.

PROGRAMAÇÃO: 15/07/2012 – Domingo


16h – Apresentação do Grupo Folclórico Tumbaitá (Itabira/MG)
Local: Praça Principal – Distrito de Senhora do Carmo

17h30 – Show Musical – Movimento – Flávia Bittencourt e Banda (MA)
19h30 – Show Musical – A Caixa de Pandora – Zé Ramalho (PB)
Local: Concha Acústica

20h – Show Musical – Danielle Cristina (RJ)
Local: Ginásio Poliesportivo

Fonte: Via Comercial

sexta-feira, 13 de julho de 2012

CHAMADA DO PROGRAMA "MILK SHAKE" DA REDE MANCHETE EM 1992

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Zé Ramalho no Palco MPB, Teatro SESI - RJ


Palco MPB FM apresenta Show gratuito de Zé Ramalho no Teatro Sesi.

O cantor e compositor é a próxima atração do Palco MPB. O artista vai apresentar canções do seu novo CD "Sinais dos Tempos", que traz baladas e sonoridades nordestinas.

SERVIÇO
:
Gravação do Palco MPB Zé Ramalho
Teatro SESI Centro
Av. Graça Aranha, nº 01, Centro
Distribuição de senhas a partir das 17hs do dia do espetáculo, 16/07.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Zé Ramalho fala sobre novo disco

Mais de 30 anos de carreira, 25 discos solo, shows o ano inteiro e um lugar de destaque na Música Popular Brasileira acabam por desaguar no novo CD de Zé Ramalho, Sinais dos Tempos (Avôhai Music, R$ 27,00, em média), um álbum de 12 canções, todas compostas por Zé, que ele define como o disco da sua maturidade.

Primeiro álbum de inéditas de Zé Ramalho em sete anos, Sinais dos Tempos sucede a série de tributos que o músico fez para Bob Dylan, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e os Beatles entre 2008 e 2011 e é um reencontro do paraibano com seu rock psicodélico, sua temática mística e suas raízes nordestinas, embora o artista não goste de chamar de reencontro.

“Não é um reencontro”, rebate Zé Ramalho, em entrevista ao JORNAL DA PARAÍBA, por e-mail. “É uma continuidade das minhas lembranças e memórias, que estão sempre comigo. Não esqueci de nada, como diz na música (‘Indo com o tempo’, que abre o CD): ‘Me lembro claramente / De tudo que eu vivi”.

Esse tom autobiográfico resvala, sobretudo, nos últimos cinco anos da vida do cantor, entre a carreira consolidada, os netos e até uma disputa judicial com sua antiga gravadora e a editora de suas músicas sobre sua própria obra. A citada ‘Indo com o tempo’ – com versos como “E não perdoarei / A quem me trouxe dor” – e ‘Justiça Cega’ são temas que versam sobre essa disputa.

“É um dos motivos”, confirma Zé. “Além de outras injustiças que aconteceram na minha vida e que fornecem motivos suficientes para descarregar todo sentimento de revolta e indignação, através de uma canção. O disco inteiro é um retrato da minha fase que estou vivendo”.

Além do desabafo, os temas de Sinais dos Tempos são pontuados por alienígenas, misticismo e divagações acerca do tempo, tema trabalhado na arte da capa, no encarte e no material promocional do disco. Abordagens mais próximas do autor de Opus Visionário e A Terceira Lâmina, do que de Parceiros Viajantes.

Os temas, confidencia o músico paraibano, são inerentes a ele. “A configuração das ideias inspiradoras desse trabalho surgiu naturalmente. Não houve uma intenção específica de misticismo ou psicodelismo, porque eles surgiram naturalmente, como tudo que aconteceu na minha discografia”, comenta Zé Ramalho.

Em quase todas as músicas, diz ele, é possível encontrar as lições que o tempo trouxe para sua vida. “Ele (o disco) confere maturidade, experiência, segurança e autoridade para falar de tantos acontecimentos em 35 anos de carreira. São 25 discos lançados, cinco DVDs gravados e centenas de participações em discos de outros artistas e eventos. Essas experiências me dão autoridade conferida pelo velho e bom tempo”.

Apesar das divagações sobre o passar do tempo (“Sinais de que os tempos passaram / Passaram e mudaram demais”, diz a letra de ‘Sinais’), Zé diz que não é um sujeito nostálgico, ou que vive do passado. “Apenas a mídia e as pessoas da minha época se prenderam aos meus primeiros discos e não os tiraram mais da cabeça”, responde. “O que está exposto é a maturidade de um compositor que lida com temas que nenhum outro ousou mexer.

Letras excêntricas, ideias viajantes e a nostalgia são apenas um sentimento particular meu, não estão expostas no disco”.

Por André Cananéa - Jornal da Paraíba

CLIPE "Avôhai" 1978

Esse clipe de 1978 é uma raridade, posto aqui (um trecho) para os que curtem a boa música desse grande profeta da mpb.

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SOBRE "SINAIS DOS TEMPOS"

"Estes Sinais dos Tempos trazem o Zé Ramalho que nós mais gostamos, alquimista, cheio de mistérios, visões futuristas, profecias, viajando e propondo a todos nós uma viagem sonora pelo tempo, o tempo dele e o nosso".

Chico Lúcio - Jornalista

segunda-feira, 9 de julho de 2012

CLIPE "CIDADÃO" 1992

Em 1992 Zé Ramalho lançava o disco Frevoador e nele regravou um clássico da nossa música chamada Cidadão composta por Lucio Barbosa.
Aqui posta pra vocês o Clipe dessa Música, uma raridade que muitos não tinham tido a oportunidade de assistir, mas aqui, mostro pra essa grande massa ramalheana em primeira mão.
grande abraço à todos.
Rivanildo.
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Novo álbum de Zé Ramalho tem rock, xote e temas exotéricos

"Disco começa no rock para descambar no regional e evoca a sonoridade dos primeiros discos do paraibano".

Produzido por Zé Ramalho com o velho parceiro Robertinho do Recife, Sinais dos Tempos começa no rock para descambar no regional e evoca a sonoridade dos primeiros discos do paraibano.

O guitarrista norte-americano Jesse Robinson, que Robertinho conheceu nos EUA, empresta uma pegada bluesy a ‘Indo com o tempo’. Já ‘Olhar alquimista’ emula a guitarra de David Guilmour no Pink Floyd, enquanto a melodia que introduz ‘Lembranças do primeiro’ remete à clássica ‘Terceira lâmina’, assim como ‘Que ainda vai nascer’ traz referências de ‘Beira-mar’.

O xote ‘Um pouco do que queria’ inaugura a segunda metade do CD, seguida pela balada ‘O começo da visão’, com sensuais vocalises de Roberta do Recife, filha do produtor. O tema místico prossegue em ‘Portal dos destinos’, forrada com uma programação hindu.

Depois da animadinha ‘Noite branca’, com o riff do mega-hit ‘Venus’ dialogando com uma sanfona, chega a ‘Rio/Paraíba’, canção que traduz a paixão do músico pela terra natal e a terra que o acolheu desde o final dos anos 1970. ‘Anúncio final’, repleta de efeitos, retoma o tom místico-nordestino para encerrar o disco, confirmando a proposta exotérica de Sinais dos Tempos.

“Eu amo a Paraíba e sempre terei saudades da minha terra”, responde Zé Ramalho ao ser perguntado por ‘Rio/Paraíba’. “A canção ‘Rio/Paraíba’ reflete essas questões, de ter que viajar de vez para uma ou para outra dessas cidades".

Sinais dos Tempos também marca a estreia do selo fonográfico de Zé Ramalho, o Avôhai Music. Isso levou o músico a decidir que, por enquanto, não fará show de lançamento do novo CD.

“Quero ver a reação desse disco no mercado”, comenta em entrevista disponível no YouTube.

Fonte: Jornal da Paraíba

sábado, 7 de julho de 2012

Zé Ramalho com os Fãs.

Zé Ramalho e Eduardo Simões


O amigo Eduardo Simões que aparece ao lado do seu mestre Zé Ramalho na foto, comemorou com muita alegria o seu primeiro “grande encontro” com o autor de Avôhai. Eduardo é natural da cidade de Encruzilhada do Sul-RS, e teve esse feliz encontro com Zé em maio deste ano na ocasião do show de Zé Ramalho em Pelotas-RS onde Eduardo mora há oito anos.

Parabéns amigo Eduardo! Que venham mais muitos encontros com o Velho Avôhai!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O nordestino sem preconceitos Zé Ramalho

Olhares e ouvidos se voltam para a memória do pernambucano Luiz Gonzaga (1912-1989), neste ano em que se completam cem anos de seu nascimento. "O tempo corre mais ligeiro/ o calendário resumiu-se a quase um mês/ pelo rio Paraíba viajei de vez", canta o paraibano Zé Ramalho em seu novo disco, Sinais dos Tempos, o primeiro que ele lança pelo selo próprio Avôhai Music.

Aos 62 anos, Zé está bem vivo, mas sob a febre das efemérides há bem menos olhares e ouvidos apontados para ele que para seu mestre Gonzagão. Sinais dos Tempos não ajudará propriamente a modificar essa situação. Trata-se de um trabalho desacelerado, vazado pela humaníssima impressão de que o tempo se escoa cada vez mais depressa, cortado de profunda melancolia.

É, sobretudo, um disco em que o autor de clássicos nordestinos e brasileiros como "Chão de Giz" e "Vila do Sossego" (1978), "Frevo Mulher" e "Admirável Gado Novo" (1979), "Eternas Ondas" e "Banquete de Signos" (1980), "A Terceira Lâmina" e "Galope Rasante" (1981) olha para si próprio e para seu passado, no sentido não de revisitá-lo, mas de reavaliá-lo e refletir sobre ele. "Não era para ser assim/ era pra ser bem melhor", rasga, áspero e autocrítico, em "Olhar Alquimista".

Os ciclos do tempo são esquisitos, às vezes cruéis. Luiz Gonzaga merece ser lembrado todos os dias, e a efeméride tola vem a calhar, se pode prestar algum auxílio nesse sentido. A partir do final da década de 1940, ele foi o responsável primordial pela exportação, para o sempre autocentrado Sul-Sudeste do Brasil, de valores bem marcados de orgulho nordestino — musical, artístico, cidadão. O país não seria mais o mesmo depois que sua música agreste e sua sanfona apaixonada se espalhassem para além das fronteiras natais. Na virada dos anos 1950 para os 1960, a carioquíssima bossa nova faria de tudo para sepultar a sanfona de Gonzagão nalguma cova do passado remoto — mas era processo irreversível, não havia caminho de volta.

Filhos ilegítimos e infiéis da docilidade da bossa nova, os tropicalistas Gilberto Gil, Caetano Veloso e Gal Costa colaborariam para impedir o desterro de Gonzagão, a partir de 1967. Eles também eram nordestinos, mas tampouco deveram fidelidade ao pai simbólico — eram especificamente da Bahia de Dorival Caymmi, migrantes que ganhariam o eixo Rio-São Paulo trazendo a tiracolo maneiras mais praianas e malemolentes de ser nordestinos.

Seria a leva de migrantes imediatamente posterior a essa que restabeleceria no seio da música popular brasileira a nordestinidade agreste, de sertão, seca em vez de úmida: os cearenses Amelinha, Belchior, Ednardo e Fagner, os pernambucanos Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Robertinho de Recife, os paraibanos Elba Ramalho e — eis ele aqui outra vez — Zé Ramalho. Cada um à sua maneira, todos contribuíram para que o Nordeste gonzaguiano persistisse e prosperasse à revelia do ódio calado e dos preconceitos velados de espectadores e artistas ancorados no eixo Rio-São Paulo (e do Ecad, o monopólio artístico-empresarial que controla sem nenhuma transparência a distribuição de direitos autorais no país).

Zé Ramalho é protagonista incontestável dessa vertente, e só por isso merece ser cumprimentado diariamente, tal qual um Gonzagão, um Caymmi ou um Jobim. Desde que cantou alto os versos nada bovinos de "Admirável Gado Novo" ("ê, vida de gado/ povo marcado, ê, povo feliz"), sua voz trovejou, floresceu e lançou sementes para muitas direções. Há uma ala da chamada crítica musical (e, ao lado dela, determinadas faixas de público) que silencia sobre a importância crucial dos agrestes nordestinos no nosso tecido musical. Embora barulhentos, são minoritários no Brasil de 2012. Zé continua a falar alto para os seus — que coincidem, em boa medida, com aqueles que até hoje se emocionam e choram ao ouvir a voz de Gonzagão em "Asa Branca" (1947), "Assum Preto" (1950) ou "A Vida do Viajante" (1953).

Zé, ele próprio, não respeita fronteiras musicais. Nascido artisticamente sob os ventos do rock e da bossa nova, da canção de protesto e do iê-iê-iê, do baião e do rock psicodélico, ergueu em discos recentes homenagens musicais intensas a influenciadores tão variados quanto Beatles, Raul Seixas, Bob Dylan, Jackson do Pandeiro e, obviamente, Luiz Gonzaga.

Não cessa de reverenciar a tradição (o rock viajandão do Pink Floyd é referência predominante neste inédito Sinais dos Tempos), mas com o mesmo gosto aprova os sertanejos (nordestinos ou não) que não param de brotar dos interiores de um Brasil a cada dia mais brasileiro. Em anos recentes, cantou em parceria com os paranaenses Chitãozinho & Xororó, a sul-matogrossense Tetê Espíndola, as baianas DanielaMercury, Ivete Sangalo e Pitty, os paraenses Joelma e Chimbinha (da Banda Calypso), a mineira Paula Fernandes. Musicalmente, Zé Ramalho não conhece preconceitos — quem conhece é quem o combate, seja ruidosa ou silenciosamente.

Fonte: YAHOO, NOTÍCIAS. Por Pedro Alexandre Sanches

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Zé Ramalho foca sinais dos tempos com olhar alquimista em CD fiel à sua obra

A pose de profeta esboçada por Zé Ramalho na capa do 26º título de sua discografia oficial, Sinais dos Tempos, já evoca o caráter mí(s)tico da obra deste cantor e compositor paraibano.

Sinalizadas já no nome do álbum, as reflexões sobre os efeitos do tempo são o mote deste trabalho em que o artista se conecta ao começo áureo de sua discografia não somente pelas questões alegóricas de natureza espiritual, mas sobretudo pela sonoridade. Urdida por Ramalho com Robertinho de Recife, coprodutor do álbum, essa sonoridade autorreferente faz com que Sinais dos Tempos se imponha como disco extremamente fiel ao universo particular de Ramalho.

Diferentemente do gregário Parceria dos Viajantes (2007), pautado por colaborações na composição e na gravação do repertório inédito, Sinais dos Tempos é álbum de criação solitária. Ramalho assina sozinho as 12 inéditas deste disco que busca conexão com os álbuns que sedimentaram a obra do artista. "O tempo vai passando / E, com ele, eu vou / Não deixo para trás / Nada do que eu sou", já avisa Ramalho nos versos iniciais da faixa que abre o disco, Indo Com o Tempo, cuja pegada bluesy é dada pela guitarra de Jesse Robinson. Na sequência, a balada Sinais dá continuidade às reflexões sobre a passagem do tempo com toques de misticismo que vão se tornar recorrentes ao longo do disco.

Se o ritmo cadenciado do xote dá tom mais leve a Um Pouco do que se Queira, Olhar Alquimista foca a psicodelia em que está embebida parte da obra inicial do compositor. Símbolos de seu universo místico aparecem em O Começo da Visão. Tudo em Sinais dos Tempos parece ter sido pensado para remeter de forma quase imediata aos três primeiros essenciais álbuns do artista - Zé Ramalho (1978), A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu (1979) e A Terceira Lâmina (1981) - e, talvez por isso, seu repertório soe tão familiar já na primeira audição.

Se a música A Terceira Lâmina serviu de inspiração para Lembranças do Primeiro, O Que Ainda Vai Nascer incorpora elementos de Beira-Mar (música do álbum de 1979) enquanto a agolapada A Noite Branca - um dos destaques da atual safra de inéditas de Ramalho - faz referência direta à lisérgica A Noite Preta, música do primeiro álbum do artista. Nesse confronto da produção atual com a antiga, a inspiração melódica se revela naturalmente mais escassa, mas sem comprometer o bom resultado do álbum.

Até porque os arranjos do produtor e guitarrista Robertinho de Recife - profundo conhecedor do universo particular de Ramalho - valorizam canções ligeiramente menos inspiradas como O Começo da Visão, Portal dos Destinos e Rio Paraíba. No fecho, Anúncio Final adensa e reitera o tom místico do disco. Desafiando os sinais dos tempos, o profeta atravessa gerações com o habitual olhar alquimista.


Fonte: Mauro Ferreira- Notas Musicais

quarta-feira, 4 de julho de 2012

MUSICA: Você e o Seu Amor.



Pessoal, essa música fez parte da trilha sonora do filme "Fica Comigo Esta Noite", lançado em 2007. A letra é pequena e simples, mas muito linda!

video

PRÓXIMOS SHOWS:

terça-feira, 3 de julho de 2012

PROMOÇÃO DA MPB FM

O artista homenageado do mês de Julho aqui na MPB FM é o cantor e compositor Zé Ramalho. O músico está lançando o disco “Sinais do Tempo”, que traz 12 canções inéditas de autoria dele e inaugura o selo Avôhai Music.

Para concorrer ao CD, acesse o link abaixo ou concorra via SMS enviando uma mensagem de texto para 49810 com a palavra MPB seguida da expressão ZÉ RAMALHO. (A tarifa do sms é de R$0,31 + impostos).

PARA PARTICIPAR CLIQUE AQUI

segunda-feira, 2 de julho de 2012

ZÉ EM PROGRAMAS DE TV

Pessoal, vamos ficar atentos aos programas de televisão pois o Zé Ramalho participará de alguns divulgando seu novo cd "Sinais dos Tempos", entre eles, o Programa do Jô e Altas Horas da Rede Globo. Já entrei em contato com a produção dos mesmos pra saber mais informações, qualquer novidade posto aqui.

O Zé me falou que a gravação do Programa do Jô será dia 03/07 mas não se sabe o dia certo que irá ao ar, por isso vamos ficar ligados!!!

Grande abraço.
Rivanildo

domingo, 1 de julho de 2012

O ENCONTRO DO MESTRE COM SEU GRANDE SEGUIDOR EM PAU DOS FERROS-RN

Pessoal estive no show de Zé Ramalho em Campina Grande-PB no ultimo dia 27/06, apesar da grande chuva que caiu durante todo o dia e a noite, o show foi sensacional e contou com milhares de fãs que mesmos encharcados com tanta chuva, não pararam de curtir o som do velho Avôhai!

Na ocasião não pude conversar pessoalmente com Zé Ramalho, pois a chuva não deu condições de chegarmos até o camarim antes do show. Mas tive o privilegio de receber um kit do novo trabalho que o mestre Zé me mandou pela produção. O kit contem o novo cd Sinais dos Tempos, uma ampulheta personalizada, um calendário também personalizado e a camiseta da Tuor 2012/2013 do novo cd.

Em Campina tive o prazer de ficar hospedado na casa do grande amigo Jobson, que juntamente com sua esposa, me acolheram muitíssimo bem. Também tive a alegria de conhecer grandes fãs de Zé Ramalho, como os amigos Fabio, Jorge e Alisson Lucena.

SHOW EM PAU DOS FERROS

Dia 28/06 tive que voltar pra Frutuoso Gomes, minha cidade, pois o grande mestre Zé Ramalho faria um show em Pau dos Ferros dia 29/06, e é claro que eu não poderia faltar. Em Pau dos Ferros o tempo não decepcionou o céu tava bonito com uma bela lua abrilhantando ainda mais o espetáculo. E lá sim, tive o imenso prazer de rever e dar um forte abraço no meu grande mestre Zé Ramalho, onde conversamos um pouco no camarim antes do show. O Zé me recebeu cheio de simpatia como sempre, e foi logo perguntando “como estava a Vila do Sossego”! fizemos algumas fotos e fui assistir o show que foi maravilhoso!

Quero deixar aqui meus sinceros agradecimentos aos amigos Jobson de Campina Grande, à Aurilio Santos, à Carlinhos Dias, da produção de Zé Ramalho, um cara muito bacana e simples que me deu muita atenção nos dois shows.

É isso aí pessoal um forte abraço à todos!

Rivanildo.

Fotos:

Zé Ramalho em Pau dos Ferros




Conversando com o mestre no camarim.






Minha esposa, Zé e Eu no camarim.




kit do novo trabalho que Zé Ramalho me deu de presente.





Fotos em Campina Grande-PB

Com Ernest, empresario de Zé Ramalho


Com Carlinhos Dias e Aurilio Santos


Com Carlinhos Dias


Com Cristian, filho de Zé Ramalho